nasceu em Manaus, ainda jovem foi morar em Vitória no Espírito Santo e lá teve a primeira experiência com o mundo das artes ao ser selecionado para participar de um filme da diretora cinematográfica Tizuka Yamazaki. Mais tarde em Belém do Pará começou a fazer teatro e com um ano de atividades recebeu um prêmio como ator revelação do estado do Pará com a peça “Canalhas, Farpas e Opressão” de José Leal.
Após participar de uma oficina que durou um ano e resultou em um espetáculo com o diretor Amir Haddad, ainda em Belém, veio para o Rio de Janeiro e trabalhou durante sete anos com o mesmo diretor e o grupo “Tá Na Rua”, participando dos principais eventos e espetáculos que o grupo realizou: oficinas de interpretação, dramaturgia e teatro de rua. Participou como ator dos seguintes espetáculos: “O Avarento” de Molliëre, “O Castiçal” de Giordano Bruno, “A Paz” de Aristófanes, “O Mambembe” de Arthur Azevedo, entre outros; também de eventos espetaculares nas ruas e praças: Autos de natal, Narrativas e cortejos dramatizados.

Ganhou uma menção honrosa no prêmio “Jovem artista do Rio” com a peça de sua autoria “Vinho que derrama”.

Dirigiu a peça “Quando as máquinas param” de Plínio Marcos, a qual participou do Fringe no Festival de Curitiba. Dirigiu “A Incrível Saga da Paixão de Cristo” e um Auto de Natal, textos de sua autoria, na Feira de São Cristóvão (Centro de tradições Nordestinas Luís Gonzaga). Está cursando Teoria do teatro na Universidade do Rio de Janeiro (UniRio).

É professor integrante da Escola Lucinda de Poesia Viva, ministrada pela atriz e poeta Elisa Lucinda.